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quarta-feira, 30 de março de 2011

MUNDO: ORCA QUE MATOU TREINADORA, VOLTA A DAR SHOWS.

A orca Tilikum, que matou sua treinadora no parque Seaworld de Orlando, voltará a dar um show nesta quarta-feira (29) pouco mais de um ano depois do trágico incidente, segundo a imprensa local.
O presidente do Seaworld, Jim Atchison, assinou a ordem para que a polêmica orca volte aos espetáculos e espera-se que Tilikum participe na quarta-feira do espetáculo "Believe" (Acredite) às 11h locais (12h de Brasília), informou o "Orlando Sentinel" em sua edição eletrônica.
A apresentação de Tilikum será a primeira diante do público desde 24 de fevereiro de 2010, quando a orca foi notícia em todo o mundo pela morte da treinadora Dawn Brancheau, de 40 anos.
"Participar dos shows é apenas uma parte do dia de Tilikum, mas acreditamos que é um componente importante de seu enriquecimento físico, social e mental", disse anteriormente, em um comunicado, Kelly Flaherty Clark, encarregado do treinamento de animais no Seaworld.
O Seaworld adotou uma série de novas medidas de segurança para seus treinadores após a morte de Brancheau e já havia adiantado que o animal voltaria aos espetáculos.

POLITICA = PALAVRAS DO DEPUTADO JAIR BOLSONARO(PP RJ) Eu estou me lixando para esse pessoal. Criaram aí a frente parlamentar de combate à homofobia, frente gay aí. O que esse pessoal tem para oferecer para a sociedade? Casamento gay? Adoção de filhos? Dizer que se seus jovens, um dia, forem ter um filho que se for gay é legal?

O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse nesta quarta-feira (30), durante o velório do ex-vice-presidente José Alencar, que está se “lixando” para os movimentos homossexuais. Ele se envolveu nesta semana em uma polêmica após associar, em um programa de televisão, namoro com negras a “promiscuidade”. O deputado explicou que queria dizer que namoro entre gays é promiscuidade.
No programa "CQC", da TV Bandeirantes, exibido na noite de segunda (28), Bolsonaro afirmou que não discutiria "promiscuidade" ao ser questionado pela cantora Preta Gil, sobre como reagiria caso o filho namorasse uma mulher negra.

SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR E DESENVOLVIMENTO RURAL,PROJETOS IMPLEMENTADOS EM AÇÃO

O SECRETÁRIO DA AGRICULTURA EM QUIXADÁ, A 90 DIAS, ASSUMIU A PASTA.e já mostra o empenho realizado em sua gestão. Projetos de melhoramentos da ovinocapricultura,  bem como convênio com a Bio-Diesel na produção de oliaginosas, também uma previsão de 3.300horas de  gradagem de terra  nos distritos. O secretário conta com uma equipe de técnicos agricolas, um agrônomo, um veterinário e um engenheiro de pesca.A equipe é reforçada com mais (12 técnicos)do  ADRS, Agentes do Desenvolvimento Rural Sustentavel, que tem o apoio do Banco do Brasil. O Secretario da agricultura é vereador licenciado, e defende os interesses do povo de Juatama, onde sente-se a vontade com os lideres das comunidades por ele visitado em seu trabalho como Secretário.

SAÚDE, GRIPE SUINA (VIRUS A)H1N1, MATA QUATRO PESSOAS NO MÉXICO E FAZ PAÍS RETOMAR A VACINAÇÃO.

Sete meses após a OMS (Organização Mundial de Saúde) anunciar o fim da pandemia da influenza A (H1N1), mais conhecida como gripe suína, o vírus voltou a fazer novas vítimas no México. O país já confirmou quatro mortes pela doença, o que obrigou alguns Estados a retomar a vacinação.
Das quatro mortes, três ocorreram no Estado de Chihuahua – norte do país, na fronteira com os EUA – e a outra em Jalisco– região central. Esses casos obrigaram as autoridades mexicanas a reativar medidas de prevenção, como campanhas de vacinação e bloqueios sanitários em locais públicos.
Os novos casos trazem de volta um temor que os mexicanos viveram nos últimos dois anos. O país foi o primeiro a registrar casos da gripe A, em abril de 2009. Após isso, o México viveu 15 meses em alerta contra a doença, período encerrado em 29 de junho de 2010.
A OMS retirou o alerta máximo contra a pandemia (epidemia de nível global) em 10 de agosto do ano passado. Na época, o órgão alertou que o H1N1 iria se comportar como um vírus comum e circular por mais alguns anos.
Segundo informações do diário mexicano El Universal, além dos dois Estados que registraram as mortes, pelos menos outras 11 regiões mexicanas já iniciaram campanhas de vacinação. Apesar das medidas, o país não oficializou a volta do alerta para todo o território.
Para as autoridades mexicanas, os principais grupos de risco são as gestantes, crianças menores de cinco anos, idosos, diabéticos e pacientes com o sistema de defesa comprometido – como portadores do HIV e pessoas em tratamento contra câncer.

 
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